Na cotação dos craques, o britânico George Best parece supervalorizado, por £ 250 milhões (cerca de R$ 900 milhões), mais caro do que Messi e o holandês Cruyff, ambos com custo de £ 225 milhões (aproximadamente, R$ 810 milhões). Outra ‘licença poética’ do colunista é a inclusão do galês John Charles, primeiro jogador britânico a atuar profissionalmente fora do Reino Unido, na décadas de 1950 e 60. Considerado pela torcida do Juventus o melhor estrangeiro da história do clube, à frente de Platini e Zidane, chegou a enfrentar a seleção brasileira na Copa de 1958. Sua cotação chega a £ 175 milhões (cerca de R$ 630 milhões), pouco menos apenas do que os zagueiros Bobby Moore e Beckenbauer, campeões mundiais pela Inglaterra e Alemanha, em 1966 e 1974, respectivamente, e mais do que o goleiro Gordon Banks, responsável pelo que muitos consideram a defesa mais difícil de todos os tempos, numa cabeçada de Pelé à queima-roupa na Copa de 1970.
domingo, 1 de setembro de 2013
Quanto valeriam hoje os melhores jogadores da história?
Diante das cifras do que pode ser a maior negociação da história do
futebol, a transferência do galês Gareth Bale do Tottenham para o Real
Madrid por cerca de £ 100 milhões (cerca de R$ 360 milhões), o colunista
Jeff Powell, do jornal inglês ‘Daily Mail’, fez um exercício de
especulação financeira futebolística. Quanto valeriam os melhores de
todos os tempos? Na sua divagação, Pelé, Garrincha, Maradona e Di
Stéfano sairiam cada um por £ 300 milhões (mais de R$ 1 bilhão).
Na cotação dos craques, o britânico George Best parece supervalorizado, por £ 250 milhões (cerca de R$ 900 milhões), mais caro do que Messi e o holandês Cruyff, ambos com custo de £ 225 milhões (aproximadamente, R$ 810 milhões). Outra ‘licença poética’ do colunista é a inclusão do galês John Charles, primeiro jogador britânico a atuar profissionalmente fora do Reino Unido, na décadas de 1950 e 60. Considerado pela torcida do Juventus o melhor estrangeiro da história do clube, à frente de Platini e Zidane, chegou a enfrentar a seleção brasileira na Copa de 1958. Sua cotação chega a £ 175 milhões (cerca de R$ 630 milhões), pouco menos apenas do que os zagueiros Bobby Moore e Beckenbauer, campeões mundiais pela Inglaterra e Alemanha, em 1966 e 1974, respectivamente, e mais do que o goleiro Gordon Banks, responsável pelo que muitos consideram a defesa mais difícil de todos os tempos, numa cabeçada de Pelé à queima-roupa na Copa de 1970.
Na cotação dos craques, o britânico George Best parece supervalorizado, por £ 250 milhões (cerca de R$ 900 milhões), mais caro do que Messi e o holandês Cruyff, ambos com custo de £ 225 milhões (aproximadamente, R$ 810 milhões). Outra ‘licença poética’ do colunista é a inclusão do galês John Charles, primeiro jogador britânico a atuar profissionalmente fora do Reino Unido, na décadas de 1950 e 60. Considerado pela torcida do Juventus o melhor estrangeiro da história do clube, à frente de Platini e Zidane, chegou a enfrentar a seleção brasileira na Copa de 1958. Sua cotação chega a £ 175 milhões (cerca de R$ 630 milhões), pouco menos apenas do que os zagueiros Bobby Moore e Beckenbauer, campeões mundiais pela Inglaterra e Alemanha, em 1966 e 1974, respectivamente, e mais do que o goleiro Gordon Banks, responsável pelo que muitos consideram a defesa mais difícil de todos os tempos, numa cabeçada de Pelé à queima-roupa na Copa de 1970.
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